sábado, 21 de março de 2015

HOLDEN HURRICANE -1969 - RESTAURAÇÃO

Considerado o primeiro "carro conceito" da história o Holden Hurricane 1969 era considerado um veículo de pesquisa para estudar tendências de design, sistema de propulsão e outros desenvolvimentos.

Equipado com um motor V8 central de 4,2 litros que rendia 262 hp, tração traseira e dois lugares o Hurricane tinha vários equipamentos que hoje são comuns, mas que na época eram revolucionários. Equipamentos eletrônicos digitais, radio com procura automática, ar condicionado com controle automático de temperatura, câmera de visão traseira e um localizador automático de rota que hoje chamamos de  GPS.

Mas o que mais chamava atenção era a ausência de portas, o teto todo se abria por meio de macacos hidráulicos. O carro foi apresentado no Melbourne Motor Show em 1969.

Em 2006 se inciou o processo de restauração do Hurricane.


sexta-feira, 20 de março de 2015

GARAGEM DOS SONHOS

O milionário empresário inglês John Collins adquiriu recentemente uma coleção de super esportivos clássicos. São 27 super carros que ele arrematou por cerca de R$92 milhões. São Ferraris, Aston Martin, Porsche, Mercedes, Lamborghini ...
Quem me deu a dica foi meu amigo Roberto Amboni.




É este ai o feliz proprietário destas máquinas.


Fonte: R7 Notícias

quinta-feira, 19 de março de 2015

XIII RALLYE DA MEIA NOITE

Acontece na noite do dia 20 para 21 de março o XIII Rallye da Meia Noite.
Uma realização do Classic Car Club do Rio Grande do Sul.
Veja mais detalhes aqui.


terça-feira, 17 de março de 2015

Inmetro oficializa participação inédita da FBVA em suas reuniões técnicas de assuntos automotivos

Inmetro oficializa participação inédita da FBVA em suas reuniões técnicas de assuntos automotivos

São Paulo, 17 de março de 2015

Foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (17), a Portaria do Inmetro nº 147, de 13 de março de 2015, que compõe uma Comissão Técnica Automotiva para assessorar a instituição no desenvolvimento de suas ações que tenham como foco temas relacionados ao setor automotivo. Dentre as várias instituições designadas, a Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA) aparece pela primeira vez na comissão para defender os interesses do antigomobilismo.

Ao todo 30 instituições compõem a comissão que tem como objetivo propor instrumentos efetivos de operacionalização, implementação e melhoria das atividades relativas aos Programas de Avaliação da Conformidade de Componentes Automotivos do Inmetro.

A FBVA nomeou um titular e um suplente para participar das reuniões que acontecerão na sede do Inmetro, localizada no Rio de Janeiro/RJ. Participa como titular o Conselheiro Consultivo José Cândido Muricy, tendo como suplente o Presidente Roberto Suga.

“Agradeço ao Inmetro pelo reconhecimento do trabalho de nossa entidade e temos como compromisso contribuir com nossas habilidades e experiências nas reuniões técnicas de assuntos automotivos”, ressalta o Presidente Roberto Suga.


Assessoria de Imprensa
Federação Brasileira de Veículos Antigos

segunda-feira, 16 de março de 2015

GARAJÃO

Sábado foi dia de ligar e movimentar os carros no garajão.





 


Uma surpresa. O pneu do Puma GTE 1974 completamente vazio. 


sábado, 14 de março de 2015

LINHA CHEVROLET 1965

Quem nasceu no final da década de 50, início da década de 60 vai lembrar.
Neste comercial Ben Cartwright (Lorne Greene), da série Bonanza, apresenta juntamente com seus filhos Adan(Pernel Roberts), Hoss(Dan Blocker) e Litle Joe(Michael Landon), mais o agente da Uncle Napoleon Solo(Roberth Vaughn) e ainda a Feiticeira Samantha (Elyzabeth Montgomery) e sua mãe a malévola Endora (Agnes Moorehead) a linha Chevrolet 1965.
Uma volta ao passado de nossa inocente infância.

quinta-feira, 12 de março de 2015

O presidente da FBVA Roberto Suga concedeu entrevista ao Jornal do Carro-Estadão sobre a negativa do Denatran de emplacar carros clássicos com volante do lado direito.

Veja entrevista completa:
"Carros antigos com volante do lado direito estão tendo os pedidos de emplacamentos negados. Há pelo menos três casos de clássicos trazidos de países como a Inglaterra que não podem rodar no Brasil porque o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) não liberou a documentação. A decisão se baseia no Artigo 29 do Código de Trânsito Brasileiro, que não trata diretamente do tema nem veta a licença aos “estrangeiros”, segundo o presidente da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), Roberto Suga.
O texto do inciso I do referido artigo determina apenas que “a circulação far-se-á pelo lado direito da via, admitindo-se as exceções devidamente sinalizadas”. E só.
A justificativa é nobre – pretende atender quesitos de segurança, como reduzir a possibilidade de acidentes em manobras e ultrapassagens, por exemplo. Mas não se sustenta pois trata-se de uma questão de interpretação.
“A Guiana, por exemplo, utiliza mão inglesa e, como tem acordo de tráfego com o Brasil, os carros de lá podem rodar por aqui. Modelos britânicos também são liberados para trafegar nas demais nações da Europa”, afirma Suga.
Ele lamenta que muitos colecionadores não poderão guiar seus antigos quando forem a eventos pelo País. Os veículos desse tipo que já têm placas brasileiras podem continuar rodando normalmente.
Vice-Presidente Jurídico da FBVA, o advogado Fernando Antonio Marques orienta os colecionadores que tiveram o pedido de licenciamento negado a impetrar um mandado de segurança para garantir esse direito. Isso deve ser feito, no máximo, até 120 dias após a data de indeferimento da documentação pelo Denatran.
Para tentar desatar esse nó, representantes da FBVA estão empenhados em marcar um encontro com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD-SP). “Agora é uma questão de agenda”, diz Suga. “Nossa expectativa é participar de uma audiência até o fim do mês.”
Direção inglesa versus francesa
A chamada mão inglesa tem origem na Inglaterra (obviamente) medieval. A regra entre cavaleiros e cocheiros era manter-se à esquerda ao transitar por ruas e estradas, de modo a facilitar a empunhadura da espada em um eventual duelo, já que a maioria deles era destro.
Essa posição também servia para proteger a arma, que normalmente ficava presa à cintura, do lado esquerdo do corpo. O objetivo era dificultar as tentativas de desarmamento.
Há outra versão para o surgimento da “mão inglesa”, segundo a qual se os cocheiros ficassem à direita da via, poderiam acertar pedestres nas calçadas e animais quando açoitassem seus cavalos.
Já a mão francesa foi criada por Napoleão Bonaparte. A determinação de que todos os súditos trafegassem pelo lado direito daria vantagem ao imperador, que era canhoto, em caso de ataques.
Além de não seguir as regras inglesas, Napoleão mandou punir quem descumprisse suas ordens. Isso deu origem à mão francesa, adotada por vários países, inclusive Portugal, e, consequentemente, o Brasil. 
Fonte: Estadão 
Foto :Daniel Hendler